
Recusou sua dama, o amparo, o afeto, o amor e o carinho.
Depois que tivera o coração mutilado, jurou por sua vida que seria de todos os prazeres da mesma e nada mais.
E que a única dama, cujo coração e o ar que respirava realmente pertenciam seria, não á aquelas que os apresentavam os pecados, ambições e prazeres...mas sim a ela, que com seu vestido negro e seu corpo inexistente, constituído apenas de alma, o esperava ruidosamente.
E clamava impacientemente, pelo dia final, pelo dia de seu encontro.
Aquele jovem, senhores, dedicou sua vida a aproveitar ela mesma. Para que um dia pudesse se entregar em paz, sem arrependimentos, para ela... a Dama da Morte.
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