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domingo, 28 de julho de 2013

Mesmo que eu não fosse lá tão boa naquilo...
Parecia que valia a pena.
Tentar me convencer.
Até aprender.
Fingir que já sabia por onde andar.
Que já não havia algum medo de errar.
Que já sabia todos os passos daquela estranha dança que chamam de "amor".
Bebi do veneno,
Provei o mais doce...
Quase me sufoquei com meu próprio medo.
E mesmo que eu ainda não domine totalmente essa tão bela arte,
Tenho o mais belo par de olhos escuros,
Que me guia e me envolve...
Ouso dizer que já não respiro sem pensar no teu nome.
E que os sussurros até da mais calma brisa, me levam até teu lado.
Que bela dança me apresentastes...
E que sejam eternos os caminhos junto a ti.

Algo mais que algo menos.
Pouco menos que pouco mais.
Perto do certo,
Ponte do incerto.
Longe do correto.
Triste decisão,
Esse meu caminho predileto.
E no final, você só provou que estava no seu devido lugar. Não importa o quanto eu chamasse pelo teu nome, ou tentasse te guiar para as coisas que a vida realmente tem a oferecer.
A sombra, que esconde tua verdadeira face, que deixa o coração cada dia mais amargurado... Lá sim, sempre foi teu lar.
Basta voltar as páginas dessa história, para ver que você não passou de uma personagem tentando estar em dois lugares ao mesmo tempo.
Por um lado, a corrente que de geração em geração, te prendeu ao lado ambicioso, sujo, e maquiado...E por outro, a linha frágil que coloquei em teu coração, que te ligava ao lado verdadeiro, pleno e tão belo que eu tentei te mostrar. Tentei fazer com que você o chamasse de lar.
Mas é assim que se aprende.
Tu merece cada gomo dessa corrente.
E um dia ainda vai clamar pelo sol...Que já não vai mais fazer nada além de iluminar tua cara tão vulgar.